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Dentre tantas escatologias já apresentadas, que tentam desvendar a verdade que contém o livro do Apocalipse, o que se observa nelas é apenas a insuficiência de nos apresentar essa realidade, que embora sejam enumeras interpretações, nenhuma delas trouxe até agora a verdadeira água que mata esta sede do conhecimento da verdade, e assim, introduziram tantas apresentações ou podemos dizer tantos “apocalipses” e todos sem base, sem fundamento, sem a verdade, sem a legítima confirmação das escrituras da verdade. Apocalipses que o próprio Apocalipse desconhece, por que nunca os disse. Veja e compare.
O que estamos trazendo para mostrar para vocês, não é um emaranhado de baboseiras baseadas em disseminar o medo ou a combater os ideais ou doutrinas dos outros, nem pensamentos de homens; mas, mostrar exatamente a verdade que pode descrever a vontade de Deus, pois vamos mostrar o que é, e onde começa o Apocalipse, e qual a sua finalidade segundo a vontade do próprio Deus. Veja e compare a tudo que você já tenha visto ou conhecido se há algo que possa se comparar a verdade contida nas escrituras da verdade, a qual nos revela a vontade do único e verdadeiro Deus.
Apocalipse: revelação
Apocalipse quer dizer revelação; mas revelação de quê então? Pois é justamente esta interrogação que nos trás a verdade sobre o livro do Apocalipse.
E qual seria esta revelação, o quê poderia ser revelado no livro do Apocalipse que nós ainda não conhecemos?
Com certeza, o Apocalipse é um livro que você já deve ter lido inúmeras vezes, sim, tantas dezenas ou até centenas de vezes, coisa que até faria alguém dizer: que já conhece tão bem, que dispensaria qualquer outro comentário, ou, só por ser de alguma religião ou denominação, achando assim que já teria o conhecimento necessário,mas, considerando que a palavra apocalipse significa revelação, e nesse significado já há um bom motivo para reconhecermos a extrema necessidade de querer observar minuciosamente o livro do Apocalipse, por isso queremos pedir, se lhe interessar, que você possa realmente dispor do seu tempo e atenção para examinar minuciosamente com base em três critérios fundamentais para que se possa entender com exatidão, os quais são:
1º- Ler o que está escrito
2º- prestar atenção em como está escrito,
3º- buscar comparar o que está escrito, somente com escritos da própria escritura sagrada, pois tudo que Senhor escreveu no seu livro, o livro da vida, para cumprir, é o que está revelado no livro do Apocalipse, e tudo que está escrito no livro do Apocalipse está bem definido, todos os seus acontecimentos interligam-se entre si na forma de cumprimento, por isso ninguém jamais deve tentar introduzir qualquer linha de pensamento que venha a causar conflito de escrituras com escrituras, pois elas são a palavra de Deus e Ele não é Deus de confusão. Por isso toda escritura jamais pode entrar em choque, porém os pensamentos dos homens é que se chocam contra a palavra de Deus.



Introdução ao livro do Apocalipse
Para que se possa entender o livro do Apocalipse é necessário entender onde começa este livro, pois segundo o que é dito a João (Apoc. 1.1; 3), é a revelação para ser mostrada aos seus servos, as coisas que em breve deveriam acontecer e diz que: “bem-aventurado aquele que lê e bem-aventurado os que ouvem e guardam as palavras da profecia deste livro para guardar as coisas nela escrita, porque o tempo está próximo,” e isso já quando João recebeu e escreveu, e quanto muito mais agora, que já estamos quase dois mil anos de João para nós.
Mas, eu gostaria de ressaltar que esta revelação referia-se as coisas que em breve deveriam acontecer, que justamente é o que identifica onde começa o Apocalipse, ou melhor, onde as revelações do Apocalipse realmente estão referentes ao tempo do fim. Não estamos ignorando os capítulos 1º ao 3º, pois o que queremos dizer é, que quando discernimos o capitulo 4, então entendemos onde na verdade começa a revelação do apocalipse. Para que posamos entender este capitulo precisaremos ser, além de minuciosos, muito mais ainda meticulosos com cada detalhe deste capitulo, por isso preparamos um vídeo extremamente preciso e rico em detalhes que você pode conferir conosco, mas antes vamos examinar o verso 1º deste capitulo 4:
Depois destas coisasolhei, e eis que estava uma porta 
aberta no céu, e a primeira voz que ouvira, voz como de 
trombeta, falando comigo, disse: Sobe aqui, e 
mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem 
acontecer.”
(Apocalipse 4.1)
Quando se inicia este capitulo diz: “Depois destas coisas”-
esse dito se refere as primeiras visões como as do capitulo 
primeiro e a ordem das cartas a serem enviadas as sete 
igrejas da Ásia para adverti-los acerca das coisas que  
estavam acontecendo, como por exemplo: João está 
exilado 
na ilha de patmos, isto é, à perseguição que a igreja do 
Senhor Jesus estava sofrendo a qual estava sob uma forte 
mortandade promovida pelo império Romano, que nos dias 
de hoje se levanta com uma nova roupagem, assunto esse 
que o Apocalipse nos mostra com muita precisão, e este 
mesmo versículo quando se encerra diz: “Sobe aqui, e 
mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem 
acontecer.”, logo, passa então a se referir as coisas que 
depois daquelas; como a perseguição e mortandade da 
igreja.... Sim, depois destas deveriam acontecer e já muitas 
estão acontecendo e ainda devem acontecer, e não devem 
demorar, as quais nós iremos mostrar com riqueza de 
detalhes.
Confira conosco!
Ora, no seu último dia, o grande dia da festa, Jesus 
pôs-se em pé e clamou, dizendo: Se alguém tem sede, 
venha a mim e beba.”(João 7:37)
Respondeu João: O homem não pode receber coisa 
alguma, se não lhe for dada do céu.”
(João 3:27)


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História do Baphomet

A história em torno do Baphomet foi intimamente relacionada com a da Ordem do ocultismo, ou Ordem dos Templários, pelo Rei Filipe IV de França e com apoio do Papa Clemente V, ambos com o intuito de desmoralizar a Ordem, pois o primeiro era seu grande devedor e o segundo queria revogar o tratado que isentava os Cavaleiros Templários de pagar taxas à Igreja Católica.
Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão, também conhecida como Ordem do Templo, foi fundada no ano de 1118. O objetivo dos cavaleiros templários era supostamente proteger os peregrinos em seu caminho para a Terra Santa. Eles receberam como área para sua sede o território que corresponde ao Templo de Salomão, em Jerusalém, e daí a origem do nome da Ordem.
Segundo a história, os Cavaleiros tornaram-se poderosos e ricos, mais que os soberanos da época. Segundo a lenda, eles teriam encontrado no território que receberam documentos e tesouros que os tornaram poderosos. Segundo alguns, eles ficaram com a tutela do Santo Graal dentre outros tesouros da tradição católica.
Em 13 de outubro de 1307, sob as ordens de Felipe, o Belo (homem torpe e grande devedor de dinheiro para a Ordem e favores para o Grão-Mestre Jacques DeMolay, sendo este inclusive padrinho de seu filho) e com o apoio do Papa Clemente V, os cavaleiros foram presos, torturados e condenados à fogueira, acusados de diversas heresias.
Igreja acusava os templários de adorar o diabo na figura de uma cabeça com chifres que eles chamavam Baphomet (a partir daí criou-se a crença de um demônio chifrudo), de cuspir na cruz, e de praticar rituais de cunho sexual, inclusive práticas homossexuais (embasado no símbolo da Ordem, que era representado por dois Cavaleiros usando o mesmo cavalo). O Baphomet tornou-se o bode expiatório da condenação da Ordem pela Igreja Católica e da morte de templários na fogueira que se seguiu a isto.

[editar]Origem da expressão "Baphomet"

A origem da palavra Baphomet ficou perdida, e muitas especulações podem ser feitas, desde uma corruptela de Muhammad (Maomé - o nome do profeta do Islã), até Baph+Metis do grego "Batismo de Sabedoria". Outra teoria nos leva a uma composição do nome de três deuses: Baph, que seria ligado ao deus BaalPho, que derivaria do deus Moloch; e Met, advindo de um deus dos egípcios,Set.
A palavra "Baphomet" em hebraico é como segue: Beth-Pe-Vav-Mem-Taf. Aplicando-se a cifra Atbash (método de codificação usado pelos Cabalistas judeus), obtém-se Shin-Vav-Pe-Yod-Aleph, que soletra-se Sophia, palavra grega para "sabedoria".
Todavia ainda existem fontes que afirmam uma outra origem do termo. Segundo alguns, o nome veio da expressão grega Baph-Metra( mãe-Metra ou Meter-submersa; Baph-em sangue. Ou seja, a Mãe de sangue, ou a Mãe sinistra). Grande parte dos historiadores que afirmam essa versão se baseiam no fato que o culto á cabeça esta relacionada com conjurações de entidades femininas.

[editar]Significados possíveis


Baphomet de Eliphas Levi
O símbolo do Baphomet é fálico, haja vista que em uma de suas representações há a presença literal do falo devidamente inserido em um vaso (símbolo claro da vulva). O Baphomet de Levi possui mamas de mulher e o pênis é metaforicamente representado por um Caduceu. Este tipo de simbologia sexual aparece com freqüência na alquimia (o coito do rei e da rainha), com a qual o ocultismo tem relação.
A figura do Baphomet também é relacionada as virgens que apresentavam anomalias em seus bustos. As virgens de 3 mamilos e as virgens de apenas 1 seio era tatuadas com a cabeça do Baphomet para que nenhum homem pudesse tocá-las. Diziam que as mulheres com tais anomalias genéticas eram amaldiçoadas.
Pode ser interpretado em seu aspecto metafísico, onde pode representar o espírito divino que "ligou o céu e a terra", tema recorrente na literatura esotérica. Isto pode ser visto no Baphomet de Eliphas Levi, que aponta com um braço para cima e com o outro para baixo (em uma posição muito semelhante a representações de Shiva na Índia). No ocultismo isto representaria o conceito que diz "assim em cima como embaixo".
Eliphas Levi lista as mais frequentes representações do Baphomet:
  1. um ídolo com cabeça humana;
  2. uma cabeça com duas faces;
  3. com barba;
  4. sem barba;
  5. com a cabeça de um bode;
  6. com a cabeça de um homem;
  7. com a cabeça de um bode e o corpo de homem;
Muito embora várias tenham sido sua suposta representação, a única imagem de Baphomet encontrada em um santuário templário consta de uma cabeça humana com três faces, cada uma representando uma face de Deus (o Deus Judeu, o Deus Islâmico e o Deus Cristão). Hoje sabe-se que a figura do bode de Mêndes, a qual Eliphas Levi atribuiu o "posto" de Baphomet, não passa de uma figura ocultista que nada tem a ver com o Baphomet Templário.

[editar]Baphomet Por Eliphas Levi

Na classificação e explicação das gravuras de seu livro Dogma e Ritual da Alta MagiaEliphas Levi classifica a imagem de Baphomet como a figura panteística e mágica do absoluto. O facho representa a inteligência equilibrante do ternário e a cabeça de bode, reunindo caracteres de cão, touro e burro, representa a responsabilidade apenas da matéria e a expiação corporal dos pecados. As mãos humanas mostram a santidade do trabalho e fazem o sinal da iniciação esotérica a indicar o antigo aforismo de Hermes Trismegisto: "o que está em cima é igual ao que está embaixo". O sinal com as mãos também vem a recomendar aos iniciados nas artes ocultas os mistérios. Os crescentes lunares presentes na figura indicam as relações entre o bem e o mal, da misericórdia e da justiça. A figura pode ser colorida no ventre (verde), no semicírculo (azul) e nas penas (diversas cores). Possuindo seios, o bode representa o papel de trazer à Humanidade os sinais da maternidade e do trabalho, os quais são signos redentores. Na fronte e embaixo do facho encontra-se o signo do microcosmo a representar simbolicamente a inteligência humana. Colocado abaixo do facho o símbolo faz da chama dele uma imagem da revelação divina. Baphomet deve estar assentado ou em um cubo e tendo como estrado uma bola apenas ou uma bola e um escabelo triangular.